Hoje, eu percebi que o que queria sair de dentro de mim

não era uma ideia, nem um texto, nem uma ação.

Era uma lágrima.

Contida.

Suave.

Sagrada.

Ela não carregava tristeza.

Carregava resposta.

Era a expressão exata de tudo o que eu não conseguia organizar em palavras.

Não era fraqueza.

Era clareza.

Entre mil janelas abertas na minha mente,

uma lágrima escorreu —

e com ela, um pouco de mim se reorganizou.

Sem esforço.

Sem julgamento.

Hoje, eu não me obrigo a ter forma.

Eu apenas me deixo sentir o que ainda não tem nome.

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Sobre o LUZ NO LABIRINTO

Bem-vinda (o) ao meu cantinho de travessias. Aqui, cada palavra é uma lanterna acessa dentro de um labirinto.

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