Hoje eu compreendi, com uma clareza tranquila, o verdadeiro valor da humildade.

A humildade não é se encolher.

Não é se diminuir para caber.

Não é renunciar à própria luz.

Humildade é saber quem eu sou — nem mais, nem menos.

É reconhecer a força que carrego, a beleza que habita em mim, a inteireza que finalmente me encontrei.

Mas também é entender que eu não caminho sozinha.

Que existe uma mão maior me guiando, me levantando, me sustentando, mesmo quando eu achei que não conseguiria.

Humildade é olhar para mim com amor, e não com cobrança.

É me permitir existir inteira, sem me comparar, sem me apavorar, sem buscar validação em olhares alheios — mesmo quando eu os percebo.

É saber que posso ser linda, forte e luminosa… e, ainda assim, manter os pés no chão e o coração em Deus.

É a postura silenciosa de quem sabe que venceu batalhas internas, profundas, aquelas que ninguém viu.

É o descanso da alma que entende seu próprio valor sem precisar provar nada para ninguém.

Humildade é isso:

A luz que não faz barulho.

E que, justamente por isso, ilumina tudo ao redor.

Hoje, eu me vi inteira — e agradeci.

Porque a graça de Deus me guiou até aqui.

E agora, enfim, eu posso caminhar plena, livre e em paz.

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Sobre o LUZ NO LABIRINTO

Bem-vinda (o) ao meu cantinho de travessias. Aqui, cada palavra é uma lanterna acessa dentro de um labirinto.

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