
Não é fácil carregar essa mente que pesa mais do que aparenta,
essa alma que sente mais do que confessa,
essa coragem que arrisca mais do que recomenda.
Não é fácil ser quem atravessa mundos invisíveis,
quem faz regra de três com bacon
e metafísica com silêncio,
quem acorda num dia com trilha do Gladiador
e termina com Celine Dion gritando “I’m Alive”.
Não é fácil ser quem obriga o outro a tirar a máscara,
não pelo grito, mas pela presença silenciosa que diz:
“Aqui… ou você é, ou não fica.”
Não é fácil ser eu…
mas é impossível não ser.
Porque ser menos que isso…
seria a maior traição que posso cometer contra mim mesma.
Então sigo…
não porque é fácil,
mas porque é a única forma verdadeira de seguir.

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