
Há uma beleza tão antiga e tão nova dentro de nós, esperando ser redescoberta. Como Santo Agostinho expressou em sua obra Confissões, muitas vezes buscamos fora o que o tempo todo está dentro de nós:
“Oh, beleza tão antiga e tão nova, eu te buscava fora, mas tu estavas dentro de mim. Que tarde vos amei!”
Esse é o mistério do encontro com nossa essência: é, ao mesmo tempo, um retorno a Deus e a nós mesmos. Fomos criados à Sua imagem e semelhança, e essa centelha divina nunca nos abandona.
Quando paramos para olhar para dentro, encontramos um silêncio que não é solidão, mas presença. A paz interior nasce do reconhecimento de que somos completos, porque Deus habita em nós.
Esse encontro não é um fim, mas um começo. É o momento em que nos libertamos das correntes das expectativas externas, abraçamos nossa verdadeira essência e permitimos que nossa luz brilhe para o mundo.
Espero que este texto inspire você a buscar dentro de si o que muitas vezes procuramos fora. A jornada não é fácil, mas a recompensa é imensurável.
Com amor e luz,
Cristina

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