Encontrei dentro de mim o que sempre busquei fora ou nos outros. Esse entendimento não veio sem esforço; foi preciso coragem, silêncio e enfrentamento para olhar para dentro e aceitar o que sempre esteve ali.

Hoje, vivo minha solitude – não como uma solidão, mas como uma companhia profunda de mim mesma. É como uma solidão acompanhada, onde interajo com o mundo ao meu redor, mas sinto que não pertenço completamente a ele.

Mesmo assim, entendi que este é o meu lugar. Este é o solo fértil, minha terra prometida, onde planto as sementes do que acredito e construo o legado que quero deixar.

Estar em paz com isso é um ato de fé, aceitação e amor.

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Sobre o LUZ NO LABIRINTO

Bem-vinda (o) ao meu cantinho de travessias. Aqui, cada palavra é uma lanterna acessa dentro de um labirinto.

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